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Cinco tendências de arquitetura e decoração que marcam 2026

23 2026

Em 2026, a arquitetura e o design de interiores afirmam-se como disciplinas cada vez mais conscientes, onde estética, funcionalidade e responsabilidade ambiental caminham lado a lado. As tendências deste ano não procuram o excesso, mas sim espaços bem pensados, materiais duráveis e uma beleza que resiste ao tempo.

Estas são cinco das principais linhas que estão a definir projetos residenciais e comerciais em 2026.


1. A cor como linguagem: o tom Pantone 2026 e as superfícies de quartzo em tendência

A cor do ano Pantone 2026 reforça uma paleta elegante, serena e profundamente ligada à natureza. Tons claros, luminosos e equilibrados dominam os interiores, criando ambientes acolhedores e intemporais.

Esta estética encontra um eco natural nas superfícies de quartzo de base natural (materiais engenheirados) da Guidoni, muito presentes no mercado português. Soluções como Himalaya Summit, Branco Paloma e Branco Aldan destacam-se pela sua uniformidade cuidada, subtis nuances cromáticas e grande versatilidade em projetos contemporâneos.

Aplicados sobretudo em cozinhas e casas de banho, estes materiais acompanham a tendência cromática de 2026, oferecendo uma resposta equilibrada entre estética, funcionalidade e facilidade de manutenção.


2. O regresso dos materiais autênticos

Em 2026, continua a crescer a valorização de materiais com identidade, que assumem a sua textura, origem e carácter sem artificios. A arquitetura afasta-se de acabamentos excessivamente uniformes e aposta em superfícies honestas, capazes de criar uma ligação emocional com o espaço.

Pedra, madeira e cerâmica artesanal afirmam-se como escolhas naturais em projetos que procuram transmitir solidez, conforto e autenticidade. Mais do que uma tendência visual, trata-se de uma forma de pensar espaços que envelhecem bem e ganham valor com o tempo.


3. O auge do mármore: Calacatta como símbolo de elegância intemporal

O mármore vive em 2026 um momento de forte afirmação, com os Calacattas a consolidarem-se como referência absoluta de sofisticação. A sua estética luminosa, marcada por veios expressivos e contrastes delicados, atravessa estilos e tipologias de projeto.

Esta tendência manifesta-se sobretudo através de detalhes cuidadosamente pensados: encimeras, ilhas de cozinha, lavatórios, mesas e peças de mobiliário feitas à medida. O mármore deixa de ser excessivo para se tornar preciso, acrescentando valor ao espaço através de uma elegância que perdura.


4. Materiais que simplificam: eficiência e desempenho com Ceratop®

A inovação nos materiais responde, em 2026, a uma necessidade clara: facilitar a vida tanto dos profissionais como dos utilizadores finais. É neste contexto que soluções como Ceratop® ganham protagonismo.

Para o marmolista, trata-se de um material que permite agilizar o trabalho, graças à sua facilidade de corte, transformação e manuseamento. Para o cliente final, os benefícios são evidentes: estética cuidada, elevada resistência e baixa manutenção, mesmo em espaços de uso intensivo.

Funcionalidade e design deixam de ser opostos e passam a fazer parte da mesma equação.


5. Sustentabilidade como eixo central do projeto

Em 2026, a sustentabilidade assume-se como um pilar incontornável da arquitetura contemporânea. As casas passivas, a eficiência energética e a escolha consciente de materiais orientam a forma como se projeta e constrói.

A pedra natural desempenha aqui um papel fundamental: é durável, reciclável, exige pouca transformação industrial e contribui para a inércia térmica dos edifícios, melhorando o conforto interior e reduzindo as necessidades energéticas.

Esta abordagem sustentável vai, no entanto, mais além dos materiais:

  • Aposta em mobiliário produzido localmente, com marcas portuguesas como Wewood, Domkapa ou Antarte, reduzindo transportes, emissões e valorizando o saber-fazer nacional.
  • Recuperação e reutilização de peças existentes.
  • Integração de soluções passivas de iluminação e ventilação natural.

Sustentabilidade é hoje sinónimo de inteligência construtiva e visão a longo prazo.


Conclusão

As tendências de 2026 mostram que a arquitetura e a decoração caminham para uma abordagem mais consciente e equilibrada. A escolha dos materiais, o cuidado com a cor, a valorização do detalhe e a preocupação com a sustentabilidade refletem uma nova forma de projetar: mais responsável, mais funcional e, acima de tudo, mais duradoura.

Num contexto em que os espaços são cada vez mais vividos, o verdadeiro luxo está na qualidade, na intemporalidade e na capacidade de criar ambientes que resistem ao tempo — tanto do ponto de vista estético como técnico.

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